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Assis realiza I Seminário de Saúde Mental e Prevenção à Violência

O consumo de álcool e outras drogas faz parte da história da humanidade, tendo sua relevância social, política, econômica e religiosa em diferentes contextos e épocas, e pode influenciar no comportamento dos indivíduos, aumentado sua probabilidade de serem vítimas ou autores de atos violentos de acordo com o padrão de uso.

Por este motivo é preciso entender que a associação entre violência e uso abusivo de substancias psicoativas é complexa e carregado de feições sociais que necessitam ser desconstruídas e melhor entendidas.

O enfrentamento desta problemática constitui uma demanda mundial, de acordo com a organização mundial de saúde, cerca de 10% das populações dos centros urbanos de todo o mundo, consomem abusivamente substâncias psicoativas, independentemente da idade, sexo, nível de instrução e poder aquisitivo.

Diante desta realidade o comitê municipal e saúde mental e prevenção à violência promoveu na manhã desta última terça-feira, 10, o I Seminário de Saúde Mental e Prevenção à Violência.

O evento realizado no Auditório do Centro de Convenções da Prefeitura Municipal reuniu diversos convidados.

Segundo o secretário de Saúde, Aguinaldo Vieira, o seminário foi uma forma de mostrar essa ligação que existe entro o uso da droga, o uso do álcool, e a saúde mental. “A prevenção contra a violência entre as pessoas que fazem o uso dessas substancias precisa ser discutida, os palestrantes vieram para explanar formas de controlar e amenizar essa utilização que  também provoca a violência na família. Hoje temos o CAPS (Centro de Atenção Psicossocial), que oferece toda a estrutura da Secretaria de Saúde para que as pessoas possam buscar em relação a um problema mental, ...

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... bem como violência em função da utilização de drogas” finalizou.

Para o secretário de Assuntos Comunitários e Habitação, vice-prefeito, João Aparecido Pegoraro, que no ato representou o prefeito Marcel Micheletto, o município tem desenvolvido diversas ações de apoio aos que procuram atendimento, pois entende  que o vício nas drogas é uma doença crônica e recorrente. “Muitas vezes procuramos saídas para os nossos problemas e muita das vezes as pessoas acabam encontrando no álcool e nas drogas essa saída e ai que os problemas aumentam”, lembrou.

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