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Agronegócio registra saldo positivo na geração de empregos no semestre

Mesmo com a forte crise econômica no Brasil, o setor agropecuário é um dos poucos que conseguem contratar mais do que dispensar trabalhadores. Entre os oito setores pesquisados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS), o saldo positivo na ocupação de postos de trabalho com carteira assinada no primeiro semestre é de 117 mil vagas de trabalho geradas.
Ao todo, o setor teve 573.712 contratações neste primeiro semestre e 456.699 demissões. Boa parte dessa geração de emprego tem relação com a safra recorde registrada no país em 2017, que deu impulso tanto na economia quanto na geração de empregos diretos e indiretos.
Somente no mês de junho a geração de emprego com saldo positivo (mais contratados que dispensados) no setor agropecuário foi de 36.827 novos postos de trabalho em todo o Brasil.
No Paraná, nos últimos seis meses foram mais de 2.594 empregos formais gerados pelo setor. Desde o início do ano foram contratados 27.757 contra 25.163 demissões, gerando esse saldo positivo no semestre.
Se por um lado a geração de empregos no agronegócio impediu uma retração de postos de trabalho no país, por outro, maquiou a crise que vivemos com o desemprego em alta. Enquanto o setor prevalece e consegue melhorar mesmo em crise, os outros estão cada vez mais declinando e sem sinais de recuperação a curto/médio prazo.
Entre os outros setores apenas o de serviços públicos que teve saldo positivo na geração de emprego. Os outros como extrativismo mineral, indústria de transformação, indústria, construção civil, comércio e serviços tiveram mais demissões do que contratações nos últimos seis meses.

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