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Saúde bem estar emocional

Janeiro Branco

guia sobre o mês da saúde mental e sua promoção

31/01/2021 às 12h05
Por: Eliane de Fatima Bruger Racoski
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Imagem da net
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A campanha do Janeiro Branco

O Janeiro Branco é uma campanha que convida as pessoas a refletirem sobre a saúde mental. O objetivo é colocar esse tema em evidência, promovendo a conscientização sobre a importância da prevenção ao adoecimento emocional, algo que gera impactos preocupantes em nossa sociedade.

Criada em 2014 por um grupo de psicólogos de Minas Gerais, a campanha chega ao seu sétimo ano no Brasil com a proposta de um mundo no qual as pessoas tenham mais responsabilidade consigo mesmas e com as outras. O site do projeto aponta a necessidade de um trabalho de alcance individual e coletivo. No primeiro caso, isso significa incentivar a autorreflexão sobre a própria vida, seus sentidos e propósitos.

Já a nível institucional, a proposta é bem objetiva, de acordo com o manifesto da campanha: “sensibilizar as mídias, as instituições sociais, públicas e privadas, e os poderes constituídos, públicos e privados, em relação à importância de projetos estratégicos, políticas públicas, recursos financeiros, espaços sociais e iniciativas socioculturais empenhadas(os) em valorizar e em atender as demandas individuais e coletivas, direta ou indiretamente, relacionadas aos universos da Saúde Mental”.

Em outras palavras, reforça a importância de uma mudança de comportamento e mentalidade em vários níveis da nossa sociedade. A urgência do debate em torno do tema é real, como mostram os dados de pesquisas realizadas em todo o mundo. Veremos um pouco mais sobre isso no próximo tópico.

O panorama da saúde mental no Brasil

A questão que motivou a criação da campanha é bem simples (e muito séria): as pessoas estão adoecendo em quantidade e ritmo preocupantes. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), em torno de 12 milhões de brasileiros sofrem de depressão. O número é equivalente a 5,8% da população, colocando o país em segundo lugar no ranking americano (atrás apenas dos Estados Unidos).

Estamos falando de uma doença mental que, segundo o estudo, pode alcançar de 20% a 25% das pessoas no Brasil. A ansiedade, por sua vez, afeta quase 20 milhões de brasileiros (cerca de 9,3% da população). Isso inclui o transtorno obsessivo-compulsivo, problemas de fobia, estresse pós-traumático e até mesmo ataques de pânico.

Já o suicídio é apontado pelo Ministério da Saúde como a quarta maior causa de mortes de jovens no país. São números expressivos e que, muitas vezes, ultrapassam outros indicadores relacionados à saúde e ao bem-estar da população.

Um dos problemas que a campanha Janeiro Branco busca combater, no entanto, é justamente a falta de conhecimento sobre o tema, além de outros obstáculos que dificultam a discussão.

Um diálogo necessário

Historicamente, a saúde mental foi tratada como um tabu na maior parte do mundo. Por mais que os últimos dois séculos tenham trazido grandes avanços nos estudos da Psicologia e da Medicina, o tema demorou para ser abordado como uma questão social. No Brasil, por exemplo, a Reforma Psiquiátrica, que é um grande marco em relação a isso, só ocorreu em 2001 — e ainda enfrenta problemas.

Um deles é o fato de que, culturalmente, muita gente não compreende a subjetividade humana como um possível alvo de transtornos e até mesmo doenças. Por falta de conhecimento ou diversos outros motivos, parte das pessoas não tem o hábito de conversar sobre isso, por medo de se expor ou de demonstrar uma suposta fraqueza.

Hoje, entretanto, é consenso que a saúde emocional é tão importante quanto a “física” — na verdade, ambas estão profundamente atreladas. O nosso organismo pode ser observado por uma perspectiva biológica ou psicológica, mas isso não significa que esses aspectos estão separados.

Isso deixa muito claro que o Janeiro Branco desempenha um papel fundamental ao colocar o assunto em evidência. Depressão, ansiedade e outros transtornos emocionais devem ser discutidos mais abertamente para que possam ser prevenidos e devidamente tratados.

Os objetivos específicos do Janeiro Branco

A campanha estabelece 5 objetivos específicos que norteiam suas atividades. Veja quais são eles.

1. Tornar o mês de Janeiro um marco

Para começar, é preciso fomentar o diálogo. Então, a campanha se propõe a fazer do primeiro mês do ano um período de reflexão, debate, planejamento e proposição de ações em prol da saúde mental. Isso significa criar um marco temporal, a fim de que as pessoas se lembrem do combate ao adoecimento emocional e levem o assunto para seus grupos de amigos e familiares.

2. Chamar a atenção para o tema

Tendo estabelecido um período de ação, o programa almeja chamar a atenção sobre o assunto. Isso envolve, basicamente, levar informação e promover o debate do tema em diversos aspectos: do que se trata, quais as principais doenças, de que forma elas afetam as pessoas, como lidar com elas, onde buscar apoio etc.

3. Aproveitar a simbologia do Ano-Novo

Se a virada do ano é um momento de reflexão e planejamento, o Janeiro Branco assume como meta inserir nesse debate a questão da saúde mental. Com as pessoas mais dispostas a refletir sobre as próprias vidas, o momento é mais propício para a abordagem do assunto.

4. Espalhar a mensagem pelas instituições

A mídia e as instituições (públicas e privadas) são grandes meios para a comunicação de mensagens desse tipo. Além disso, como detalharemos mais à frente, elas são diretamente afetadas por essas questões — em especial no ambiente de trabalho. Então, faz parte dos objetivos da campanha conquistar o engajamento de instituições de todos os tamanhos e setores.

5. Fomentar uma cultura da saúde mental

Contribuir para a formação de uma sociedade que valorize a saúde mental é também uma questão central na campanha. Isso fortalece o autocuidado entre as pessoas — e, consequentemente, impulsiona a criação de políticas públicas para ajudar a população.

Os princípios básicos e o impacto dessa campanha

A participação das instituições na campanha deve seguir as seguintes premissas:

  • as ações não devem ter fins lucrativos;
  • nenhum tipo de valor pode ser cobrado, nem mesmo simbólico;
  • o tema não deve ser usado para publicidade da empresa;
  • a produção de materiais pode ser buscada por meio de doações de gráficas e outras empresas;
  • palestras e demais ações devem ser financiadas pelos próprios palestrantes ou pelas instituições que promovem o evento;
  • a campanha é gratuita, pública, democrática, descentralizada e sem relação com qualquer entidade específica;
  • o projeto está sempre em construção e aceita todo tipo de colaboração.

É interessante notar o potencial dessa iniciativa. Ao colocar o tema em evidência e fomentar o debate, as pessoas passam a assumir a importância do assunto e discuti-lo em casa e no ambiente de trabalho. Em consequência, há um potencial de ação muito maior, fortalecendo a luta por políticas públicas e, principalmente, fazendo com que elas ajudem a si mesmas e umas às outras.

E se tem um lugar que isso deve ser discutido é no ambiente de trabalho.

A saúde mental do trabalhador brasileiro

Problemas de natureza emocional afetam diretamente o desempenho dos trabalhadores. Como mostra um estudo feito pela Secretaria de Previdência do Ministério da Fazenda, transtornos mentais e comportamentais são a terceira maior causa de afastamentos nas empresas. Entre 2012 e 2016, cerca de 9% dos casos de aposentadoria por invalidez ou acesso ao auxílio-doença foram decorrentes desses quadros.

Outro dado importante chama a atenção: cerca de 92% das pessoas que adquirem o auxílio relatam que os problemas não estão relacionados com o trabalho. Em outras palavras, o trabalhador está enfrentando dificuldades para cuidar da saúde mental no seu dia a dia — e isso afeta diretamente o desempenho na empresa.

O mesmo estudo aponta, ainda, que 31% dos auxílios-doença não ligados a acidentes são decorrentes de depressão. Vale lembrar que o impacto real tende a ser bem maior. Afinal, como destacamos, trata-se de um assunto que muitas vezes passa despercebido, já que os diagnósticos só alcançam as pessoas que acessam o serviço médico.

Se pensarmos que boa parte dos trabalhadores pode não compreender a natureza dos seus problemas emocionais, a situação se mostra ainda mais preocupante. Por isso, é fundamental que as empresas colaborem para a propagação da campanha.

Existem diversos fatores psicossociais que influenciam o desempenho dos trabalhadores. Grosso modo, estamos falando das interações entre o meio ambiente e as condições de trabalho. Idade, estado civil, gênero, escolaridade e estilo de vida são alguns deles — e todos interferem na qualidade de vida do trabalhador.

No entanto, muito pode ser feito para desenvolver um ambiente mais saudável para aqueles que vestem a camisa da empresa.

Os 5 passos para incentivar a evolução da saúde mental nas empresas

Organizações em posição de liderança devem assumir o papel de levar essa mensagem às pessoas com as quais têm contato no dia a dia. Então, conheça algumas estratégias para colocar esse plano em prática na sua empresa.

1. Crie uma campanha de marketing interno

Os cuidados com a saúde mental devem fazer parte de um planejamento mais amplo de gestão de pessoas. Nesse sentido, a abordagem do assunto pode começar por uma campanha de comunicação no próprio ambiente corporativo.

Cartazes, e-mails informativos, quadros de avisos e outros materiais podem ser criados para levar a mensagem até os trabalhadores. Entretanto, isso exige a preparação das pessoas que serão responsáveis por lidar com as demandas que podem surgir — o que nos leva ao segundo passo.

2. Treine as equipes

Temas como a gestão de saúde e a própria promoção da segurança no trabalho devem fazer parte da cultura da empresa. Para isso, é fundamental que a equipe de RH e os envolvidos na comunicação interna passem por treinamentos de capacitação. É importante ter em mente que eles não estarão assumindo o papel de especialistas, mas devem entender a relevância do tema para levar essa mensagem.

Além disso, ao longo de uma campanha de conscientização, o ideal é que as intervenções possam ir além das mensagens publicadas. Oferecer treinamentos ou pequenos eventos informais para discutir o assunto com os funcionários é um bom caminho para que o processo ocorra com mais naturalidade.

Mostrar dados que demonstrem o impacto da depressão nas empresas, por exemplo, ajuda a engajar a equipe de RH nessa missão. Abordar os fatores psicossociais do ambiente de trabalho e discuti-los abertamente é outra forma de criar engajamento em torno do tema.

3. Crie canais de comunicação

Um passo importante para que os funcionários possam lidar com o assunto mais abertamente é oferecer canais de atendimento àqueles que possam ter dúvidas ou estejam passando por um momento difícil. Um ponto deve ficar muito claro na abordagem da saúde mental: as pessoas não devem ser expostas, ainda que um dos objetivos da empresa seja abrir o diálogo sobre o tema.

Esse é um aspecto a ser tratado nos treinamentos. Por um lado, a empresa deve desmistificar o assunto, mostrando aos funcionários como o sofrimento emocional afeta negativamente a vida da pessoa e incentivá-la a buscar ajuda. Por outro lado, ela deve encontrar um espaço que preserve sua intimidade, se quiser procurar ajuda sem que o caso seja exposto aos colegas de trabalho.

Crie um telefone ou e-mail específico para que os funcionários possam tirar dúvidas, pedir orientações ou mesmo solicitar encaminhamento para um profissional (psicólogo ou psiquiatra). Assim, a empresa atua nas duas frentes: conscientização e apoio.

4. Crie campanhas de mudança de comportamento

Uma cultura de autocuidado deve partir de uma premissa fundamental: quando o assunto é saúde, a melhor forma de solucionar problemas é se prevenindo. Entretanto, um grande obstáculo para o trabalhador é que, muitas vezes, ele não sabe como. Por isso, crie campanhas para estimular mudanças de comportamento que auxiliem nesse processo.

Incentivar a prática de atividades físicas é uma boa forma de começar. Algumas empresas estabelecem parcerias com academias, clubes e outros locais que oferecem exercício físico orientado, por exemplo, concedendo descontos para os funcionários ou criando programas especiais. Somado a isso, vale a pena destacar o papel da alimentação e do sono.

Estamos falando dos três pilares da saúde (física e mental): boa alimentação, sono de qualidade e atividades físicas em dia.

5. Crie ambientes (e momentos) tranquilos na empresa

Estudos apontam que descansar por alguns minutos em intervalos regulares ajuda a manter (ou mesmo aumentar) a produtividade no trabalho. Cientes disso, diversas empresas já investem na política de fomentar pausas de 10 ou 15 minutos a cada 1 ou 2 horas de trabalho. Não se trata de criar regras, mas de sugerir a ideia aos próprios funcionários e deixar que eles administrem o próprio tempo.

Para que o efeito seja ainda mais benéfico, crie ambientes tranquilos no local de trabalho, onde as pessoas possam ir para relaxar por alguns minutos. Salas de café, jardins (externos e internos) e até mesmo espaços com videogames estão entre as opções mais populares nas organizações.

Vale destacar que o incentivo à leitura também cria uma relação de valorização mútua entre a empresa e seus funcionários. Quando o profissional consegue fazer uma pausa de alguns minutos para ler, ele pode se desligar dos problemas e depois voltar mais revigorado para solucioná-los. É essa a premissa por trás dos estudos sobre a importância dos breves descansos — e os resultados são satisfatórios.

Além de criar hábitos mais saudáveis que preservem sua saúde mental, o funcionário melhora sua autoestima e, consequentemente, passa a valorizar ainda mais a empresa onde ele trabalha.

A importância de se apoiar causas como o Janeiro Branco

A campanha Janeiro Branco, como detalhamos, tem uma proposta que ultrapassa o diálogo individual — ela busca envolver instituições públicas e privadas dos mais variados setores. O objetivo é alcançar todos os tipos de organização que compõem nossa sociedade, fomentando esse debate tão importante.

Tendo isso em mente, é interessante observar os impactos que isso gera nas empresas. Afinal, como os dados revelam, não estamos falando de uma doença específica e passageira — é um problema social que deve ser enfrentado coletivamente.

 

A rotina das pessoas nunca está limitada ao ambiente de trabalho. Família, casa, estudos e outras atividades sociais também exigem tempo e energia. Por isso, as pessoas nem sempre conseguem ter acesso à informação para cuidarem da própria saúde, sobretudo quando o assunto é tratado como um tabu por parte da sociedade, sendo pouco discutido.

A empresa, por sua vez, tem uma influência muito grande na sua rotina, já que é nela que ele passa boa parte do dia. Fomentando a discussão sobre a saúde mental, ela usa a confiança da instituição para evidenciar a questão. Logo, os funcionários acessam informações que nem sempre alcançam por conta própria.

O grande destaque, é claro, é a própria prevenção. A mudança de hábitos pode gerar ganhos de qualidade de vida, levando as pessoas a evitarem os problemas emocionais ou lidarem com eles de forma mais efetiva, com apoio profissional e familiar.

Os benefícios para a empresa

A dinâmica da empresa só tem a melhorar com uma gestão de pessoas que se preocupa com a saúde mental. Além de produtivo, o profissional que atinge bons níveis de bem-estar e saúde apresenta muito menos absenteísmo. Somado a isso, ele tende a enfrentar com mais naturalidade os desafios da vida e do trabalho.

Em tempos de transformação digital e muita competitividade, é importante contar com pessoas motivadas para enfrentarem novos desafios — como a mudança de cargo ou a adoção de uma nova tecnologia. Estar emocionalmente preparado para isso é um grande diferencial.

Diante disso, o fluxo de rotatividade dos profissionais diminui, o que significa menos gastos com seleção, contratação, treinamento etc. Por fim, vale destacar que há normas regulamentadoras para questões de saúde e segurança no trabalho. A falta de adequação pode levar a problemas sérios com os órgãos públicos, algo muito indesejado.

O trabalho é contínuo

Campanhas como o Janeiro Branco servem para evidenciar questões que a sociedade como um todo pode estar deixando de lado. Entretanto, elas não devem ser tratadas como um momento único para lidar com aquele assunto — o trabalho deve ser contínuo.

O ponto aqui é simples: vista a camisa do Janeiro Branco e leve essa importante mensagem para seus funcionários, trazendo benefícios para eles e para a empresa. Porém, não pare por aí. Insira temas como autocuidado e saúde mental na cultura da organização, incentivando a mensagem o ano todo.

O suporte ao trabalhador deve estar sempre à disposição. Palestras e treinamentos periódicos para resgatar o assunto também devem ter seu espaço. Eventos culturais ou de confraternização são outras iniciativas que precisam ser valorizadas.

Quanto mais essa ideia é assimilada pelas pessoas, menor será a necessidade de grandes campanhas como o Janeiro Branco. Até lá, é crucial que profissionais e organizações assumam um papel proativo na prevenção e no tratamento de doenças e transtornos de qualquer tipo. Como você viu aqui no post, todos nós só temos a ganhar com isso!

Dessa maneira devemos sempre lembrar que o início de um novo ano é sempre aquele momento em que somos incentivados a olhar para o que passou e também refazer a lista de intenções (e esperanças) para o que está por vir. Em tempos de pandemia, trazendo mudanças significativas para as nossas vidas com o isolamento social e o distanciamento das pessoas que nos fazem bem, é importante estarmos atentos ao nosso bem-estar emocional. A campanha Janeiro Branco surgiu neste mês para falar sobre a importância da construção de uma cultura da Saúde Mental na humanidade.

Esse ano vem com uma missão ainda mais forte, pois nem todas as pessoas começaram 2021 com o mesmo ânimo e empolgação de outros anos. A campanha precisou adaptar as ações presenciais e usar a tecnologia para fazer o bem, alcançando pessoas a partir de lives ou palestras online, rodas de conversa por videoconferência, tira-dúvidas virtuais, além de postagens diárias nas redes sociais. É por isso que começamos o ano apoiando a campanha Janeiro Branco, mostrando como a tecnologia e os dados podem ser relevantes para o alcance do pacto social pela saúde mental.

 

Essa matéria tem caráter informativo. Se você se identificou, busque ajuda profissional, procure um psicólogo.

Eliane de Fatima Bruger Racoski

Psicóloca CRP08/12234

(45)99966-3648

https://www.instagram.com/eliane_bruger_racoski/

 

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Eliane de Fatima Bruger Racoski
Eliane de Fatima Bruger Racoski
Sobre Eliane de Fatima Bruger Racoski Psicóloga com ênfase na psicanálise e Palestrante, Especialista em Psicopedagogia Clínica e Institucional. Especialista em Psicologia do Trânsito. Cursando pós graduação em Arteterapia e Neuropsicologia. Possui experiência com atendimento clínico com ênfase na Psicanálise, na Ciretran na realização de Avaliação Psicológica de candidatos para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Atuou como docente na pós-graduação em Psicopedagogia na Faculdade de E
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