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Entenda de que forma as plantas se defendem

Há registro de eficiência contra danos de outros organismos, como bactérias e até insetos.

27/02/2021 10h01 Atualizada há 2 meses
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Por: Giovanna Trevelin Fonte: AGROLINK - Aline Merladete
foto: Pixabay
foto: Pixabay

As plantas não possuem um mecanismo imunológico como acontece em animais ou em nós, seres humanos. Ela tem um mecanismo de resistência, o chamado sistema de resistência, mediado por, basicamente, dois hormônios principais: ácido salicílico e ácido jasmônico. O ácido salicílico intermedia o sistema de resistência adquirido, no qual a planta consegue produzir compostos (PR-Proteínas) capazes de lutar e inibir o crescimento, principalmente, de doenças fúngicas. Além disso, também há registro de eficiência contra danos de outros organismos, como bactérias e até insetos.

De acordo com o artigo de Deyvid Bueno, engenheiro agrônomo, pós-graduado em fertilidade do solo e nutrição de plantas e gerente de desenvolvimento da Fertiláqua, é possível fazer com que esse metabolismo, que é natural das plantas, seja ativado como uma “vacina”. Estamos escutando muito falar sobre essa questão de vacinas, devido à Pandemia da Covid-19, e a indução de resistência e os produtos desenvolvidos pela Fertiláqua funcionam de forma muito semelhante.

Através da composição que desenvolvemos, nossa solução ativa o sistema imunológico, que nas plantas é o sistema de resistência, por meio de compostos com eficiência comprovada. Esses compostos agem no metabolismo vegetal fazendo com que essa resistência seja provocada e os compostos de defesa sejam produzidos antes do ataque da doença. Exatamente como acontece com os anticorpos, acontece, também, com as famosas fitoalexinas, desenvolvidas pela planta.

Com estudos e novas tecnologias, é possível hoje concentrar todo esse mecanismo em um só produto e em uma aplicação exógena. Existem alguns compostos de alta eficiência para indução dessa resistência, como o já falado ácido salicílico; aminoácidos específicos para formação desses compostos; o próprio fosfito, que é uma base muito interessante para essa inserção de compostos de resistência e de retaguarda; outros aminoácidos e fontes de extrato de algas que servem para manter a planta no seu ritmo de evolução normal, mantendo seu crescimento primário e o seu desenvolvimento secundário em plena atividade. 

 

Enviado por Deyvid Bueno, engenheiro agrônomo, pós-graduado em fertilidade do solo e nutrição de plantas e gerente de desenvolvimento da Fertiláqua.

 

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