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Ode aos Animais

Não há perdão para crimes contra os animais

15/05/2021 08h00 Atualizada há 2 semanas
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Por: Roberto C. P. Junior Fonte: O Dia Sem Amanhã
Ode aos Animais

“Faça-se a Luz!” E a Luz se fez.

“Fervilhem as águas de seres vivos, voem pássaros sobre a Terra! Produza a Terra seres vivos segundo a sua espécie! Animais domésticos, animais pequenos e animais selvagens, segundo a sua espécie!” E assim se fez.

Feitos pela Vontade do Criador, destruídos pela vontade do homem. Pode haver algo mais sórdido, mais torpe do que um crime praticado contra uma criatura indefesa como é o animal?

Ao contrário do ser humano, o animal é sempre inocente em todas as circunstâncias. Jamais sofre por culpa própria, pelo desrespeito a qualquer uma das leis da Criação, mas tão-somente devido à maldade do bicho homem e dos muitos desequilíbrios que este provoca no planeta. O Homo dito “sapiens” tornou-se um animal degenerado, provou e comprovou ser uma espécie que não deu certo, e por isso terá de desaparecer de seu habitat. Assim determina a mãe Natureza contra qualquer coisa que perturba a harmonia e não se ajusta às suas leis perfeitas.

Terá de desaparecer na sua quase totalidade, para que as outras espécies possam continuar a se desenvolver em paz, sem precisar mais temer esse monstro ensandecido, que não vê nada diante de si senão seu próprio bem-estar. Um “bem-estar” frequentemente refestelado no desrespeito, na tortura e na morte de animais.

Para que fêmeas vazias dessa espécie humana pudessem se deleitar com pelugens macias, filhotes de focas são mortos a pauladas diante das mães-foca desesperadas. Para que machos astutos dessa espécie não precisassem amargar uma redução de seus lucros no comércio da carne de frango, pintinhos recém-nascidos são lançados vivos no fogo. Etc, etc sem fim...

Um livro volumoso poderia ser produzido apenas para descrever as atrocidades que a criatura “humana”, covarde a não mais poder, já foi capaz de praticar contra os animais, postos na Terra em confiança, para serem cuidados, guardados e respeitados pela espécie dominante. E outro ainda maior registraria a enorme, a gigantesca indignação que toma conta dos poucos membros da espécie humana que ainda amam, de todo coração, a Natureza e seus entes.

Não vale a pena discorrer mais sobre o abominável crime milenar do ser humano contra os animais. Do enorme rosário de culpas que ele terá de responder diante do trono do Juiz, esse delito, especificamente, não poderá contar com nenhuma atenuante. Quem pratica, ou mesmo dá apoio a qualquer ação dirigida contra os animais, já não conta mais espiritualmente. Visto de cima, ele não existe mais na Criação. Apenas continuará a vegetar mais alguns anos ainda aqui na Terra, até ser varrido para fora da grande Obra, para alívio de todas as demais criaturas, criadas pela mesma Vontade do mesmo supremo Criador.

Segue um diminuto trecho da conhecida carta que o cacique Seathl enviou, em 1855, ao presidente dos Estados Unidos, no ponto em que ele faz menção aos animais:

“Vi milhares de bisões apodrecendo nas pradarias, abandonados pelo homem branco que os abatia a tiros disparados do trem. Sou um selvagem e não compreendo como um fumegante cavalo de ferro possa ser mais valioso do que um bisão que nós, os índios, matamos apenas para sustentar a nossa própria vida. O que é o homem sem os animais? Se todos os animais acabassem, os homens morreriam de solidão espiritual, porque tudo quanto acontece aos animais pode também afetar os homens. Tudo está relacionado entre si. Tudo quanto fere a terra fere também os filhos da terra. (…) O homem branco também vai desaparecer, talvez mais depressa do que as outras raças. Ele continua poluindo a sua própria cama, e há de morrer numa noite, sufocado em seus próprios dejetos!”

Felizmente, o sábio cacique não viveu para constatar que essa sua previsão, já tão amarga, não ficaria restrita ao homem branco, mas que se estenderia a toda a humanidade do futuro. Ele não precisou ver como o ser humano, capaz de no seu tempo deixar bisões se decompondo nas pradarias, estaria ele próprio apodrecido na alma no final dos tempos, rumo à sua decomposição espiritual. Não teve de assistir como a raça humana estaria marcada para a extinção, e que não deixaria atrás de si nenhuma lembrança boa, nenhuma saudade às demais espécies que subsistiriam na Terra. Disso tudo ele foi poupado.

Roberto C. P. Junior

@robpucci

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Ordem do Graal na Terra.)

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Sobre O Dia Sem Amanhã
Roberto C. P. Junior é espiritualista, mestre em ciências, membro da Academia de Letras e Artes de Portugal e autor de seis obras, dentre as quais: O Dia Sem Amanhã, O Filho do Homem na Terra e Jesus Ensina as Leis da Criação, todas publicadas pela Ordem do Graal na Terra, da qual é membro –> bit.ly/livros-OGT. É responsável pela página "O Dia Sem Amanhã" no Facebook, pelo blog odsa.com.br e canal bit.ly/ODSA-YT.
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