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A Quase Morte de Eben Alexander

Quando o ceticismo científico desmorona

24/07/2021 às 09h00 Atualizada em 21/08/2021 às 10h24
Por: Roberto C. P. Junior Fonte: O Dia Sem Amanhã
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A Quase Morte de Eben Alexander

Os artigos e livros científicos que se propõem a explicar as chamadas experiências de quase morte constituem mais uma das situações do uso do raciocínio num campo em que este, absolutamente, não está apto a atuar. Argumenta-se nesses casos, bastante conhecidos aliás, que se trata de alucinações provocadas pela falta momentânea de oxigênio no cérebro.

Será mesmo?... Então que se encontre uma única testemunha de experiência de quase morte — na qual a pessoa se vê fora do corpo e frequentemente acompanha nitidamente o trabalho dos médicos —, que acredite piamente nessa explicação da ciência. Não haverá! Nenhuma! Porque a pessoa que passou por uma experiência de quase morte possui a vivência pessoal do que aconteceu com ela. Ela sabe, sabe muito bem que não se tratou de nenhuma alucinação, mas sim que ela mesma passou por aquela experiência de sair de seu corpo numa situação crítica de saúde. Nenhum discípulo da ciência poderá convencê-la do contrário. Pois ela mesma experimentou, ela mesma vivenciou aquilo tudo, e assim a experiência passou a ser algo próprio dela.

No ano de 2008, o neurocirurgião americano Eben Alexander, de 54 anos, contraiu um tipo grave de meningite e entrou em coma profundo, no qual ficou mergulhado por sete dias. Dr. Eben era professor de medicina em Harvard e vinha estudando o cérebro há mais de 25 anos. Já analisara inúmeros casos de experiências de quase morte e, para todas elas, apresentara explicações científicas bem fundamentadas, segundo o enfoque das teorias correntes.

Até que aconteceu com ele... Quando ele próprio teve uma experiência de quase morte durante o coma, sua opinião mudou drasticamente ao retornar, para espanto dos colegas. “A morte é uma transição, não é o fim de tudo!”, afirmou. “A consciência existe além do corpo, e é muito mais rica fora dele.”

Num primeiro momento, o médico até tentou encontrar uma explicação científica para o que havia acontecido, mas desistiu: “Não há como explicar, não foi alucinação, não foi sonho!”, asseverou enfaticamente. E a partir daí não mais se deixou levar pelas explicações usuais de seus colegas (e que até há pouco eram as suas também), de que analgésicos e a baixa oxigenação do cérebro durante o coma acarretariam luzes e sons percebidos pela mente. Nem tampouco de que a experiência de quase morte seria apenas uma maneira de o cérebro lidar com um trauma grave.

Dr. Eben sabe agora que não é isso, que não pode ser nada disso. Ele vivenciou o seu eu como o espírito que realmente é, e por isso ele agora sabe que esse sentimento não é provocado por nenhuma conexão química do seu cérebro. Ele sabe disso com a mais plena convicção, porque essa experiência ficou gravada em sua alma indelevelmente, tornando-se-lhe coisa própria e pessoal.

A ciência pode inventar as explicações que quiser, mas nada mudará doravante a convicção do Dr. Eben Alexander, que até escreveu um livro para relatar sua experiência, intitulado “Prova do céu: a jornada de um neurocirurgião pelo outro lado da vida”. Apesar da maravilhosa descrição que ele faz nessa entrevista sobre a região que encontrou em sua jornada extracorpórea, não se trata ainda do reino espiritual, como ele imagina. Dr. Eben conheceu um plano não físico, porém ainda constituído de matéria, embora mais sutil do que a que percebemos com nossos sentidos corpóreos. Já bem dizia o Filho de Deus: “Na casa de meu Pai há muitas moradas” (Jo14:2).

Por outro lado, quando nessa mesma entrevista o Dr. Eben fala da “faísca, da centelha que temos dentro de nós”, isso é igualmente verdadeiro, embora ela não seja de natureza divina.

Porém, com os vários depoimentos que deu sobre sua extraordinária experiência fora do corpo, Dr. Eben cumpriu uma incumbência muito importante, que foi a de falar claramente, abertamente, sobre assuntos espirituais num mundo afundado no materialismo, neste nosso tempo tão triste, em que os verdadeiros valores do ser humano foram obscurecidos por ele próprio.

“Ninguém na Terra nunca irá alcançar uma explicação materialista de como o cérebro cria a consciência, porque ele não faz isso.” Dr. Eben Alexander.

Roberto C. P. Junior

(Conheça as obras publicadas pela Ordem do Graal na Terra.)

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Sobre Roberto C. P. Junior é espiritualista, mestre em ciências, membro da Academia de Letras e Artes de Portugal e autor de seis obras, dentre as quais: O Dia Sem Amanhã, O Filho do Homem na Terra e Jesus Ensina as Leis da Criação, todas publicadas pela Ordem do Graal na Terra, da qual é membro –> bit.ly/livros-OGT. É responsável pela página "O Dia Sem Amanhã" no Facebook, pelo blog odsa.com.br e canal bit.ly/ODSA-YT.
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