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UEL é destaque entre as 50 instituições com mais depósitos de propriedade intelectual

A instituição ficou na 19ª posição com 29 depósitos de patente de invenção no período analisado.

15/10/2021 às 15h39 Atualizada em 15/10/2021 às 15h45
Por: Giovanna Trevelin Fonte: Pedro Livoratti - Agência UEL
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O ranking inclui ativos como modelos de utilidade, marcas, desenhos industriais e softwares. Foto: AINTEC – Arquivo/COMUEL
O ranking inclui ativos como modelos de utilidade, marcas, desenhos industriais e softwares. Foto: AINTEC – Arquivo/COMUEL

De acordo com ranking do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), divulgado no início deste mês, a Universidade Estadual de Londrina (UEL) se destacou entre os institutos de pesquisa que mais depositaram pedidos de Propriedade Intelectual no ano passado (2020). A instituição ficou na 19ª posição com 29 depósitos de patente de invenção no período analisado. O ranking inclui ativos como modelos de utilidade, marcas, desenhos industriais e softwares. A lista completa pode ser acessada no portal do INPI.

Entre as patentes de invenção, considerando os depositantes residentes, o ranking é liderado pela Universidade Federal de Campina Grande, com 96 solicitações, seguida pela Petrobrás (79) e pela Universidade Federal da Paraíba (74). Entre as 50 instituições que aparecem nesse ranking, somente a UEL e UFPR, que apresentou 34 pedidos, representam o estado. Já na categoria modelo de utilidade, a Unioeste aparece com sete depósitos, UTFPR com seis e UEM com quatro pedidos.

Para o diretor da Agência de Inovação Tecnológica (Aintec) da UEL, professor Edson Miura, a UEL ganhou destaque como a Estadual do Paraná a constar do ranking residentes, com 29 pedidos de patentes, um recorde registrado no Escritório de Propriedade Intelectual da Agência. “Isso muito nos orgulha e demonstra que os pesquisadores têm buscado a expertise que dispomos nessa área para garantir apoio e segurança para a proteção de suas pesquisas”, definiu Edson Miura.

Ele lembrou que o Conselho Universitário (CU) da UEL aprovou no mês passado a Política de Inovação de Ciência e Tecnologia, que tem o objetivo de estimular a inovação, negociar e gerir acordos de transferência e licenciamento de tecnologia. O documento representa uma ferramenta para a proteção da propriedade intelectual e deverá estimular a prestação de serviço técnico especializado, extensão tecnológica, além de criar regras para uso e compartilhamento de infraestrutura e de recursos humanos.

“A instituição ganha mais segurança para a formalização dos processos de inovação, ainda mais se tratando de uma instituição pública, as regras ficam claras e, consequentemente, nos favorece visto que a política dispõe dos direitos de propriedade intelectual das pesquisas da Universidade”, destaca o diretor.

Segundo ele, esta nova Política de Inovação dá base para que a UEL possa construir uma legislação interna moderna, assertiva e transparente. Na prática, explica ele, essa nova realidade poderá trazer novas cooperações, transferências de tecnologia e até mesmo registros de patentes mais rápidos.

“A política de inovação nos confere maior autonomia para tratar com empresas e com instituições de ensino, pesquisa e de inovação”, completa Miura.

 

 

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