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Paraná apresenta nova edição do plano estadual para promoção da igualdade racial

O evento será às 13h30, no Salão de Atos do Palácio Iguaçu, com abertura pelo Coral Negro de Curitiba Pastoral Negra

17/11/2021 às 10h08 Atualizada em 17/11/2021 às 12h11
Por: Fonte: Secom Paraná
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© SEJUF
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A secretaria estadual da Justiça, Família e Trabalho (Sejuf) e o Conselho Estadual para a Igualdade Racial (Consepir) apresentam nesta sexta-feira (19) a nova edição do Plano Estadual de Políticas para Promoção da Igualdade Racial do Paraná. O evento será às 13h30, no Salão de Atos do Palácio Iguaçu, com abertura pelo Coral Negro de Curitiba Pastoral Negra.

O documento traz orientações e metas do governo para as políticas de combate ao racismo e à discriminação no Estado. “Temos que fazer um trabalho de conscientização, esclarecimento e educação contra essa chaga, que não deveria jamais ter existido e tem que ser extirpada da nossa sociedade”, afirma o secretário Ney Leprevost.

O primeiro plano esteve em vigor de 2017 a 2019 e a nova versão, de acordo com o Conselho Estadual para a Igualdade Racial (Consepir), complementa as ações desenvolvidas anteriormente e estabelece novos objetivos no combate ao preconceito.

“O plano é o resultado de ideias conjuntas do Governo e da sociedade civil para colocar em prática uma série de medidas que ajudam a combater o racismo e o preconceito”, diz o presidente do Consepir, Saul Dorval da Silva.

Entre as medidas, Saul cita, por exemplo, atenção que a secretaria estadual da Segurança Pública vai dar às abordagens feitas pela polícia para que não sejam de forma discriminatória.

CANAL DE DENÚNCIAS- Atualmente, a Secretaria da Justiça tem um canal de denúncias, o SOS Racismo, pelo telefone 0800 642 0345 ou pelo email [email protected] Através destes canais o denunciante será orientado sobre como juntar provas para fazer a queixa. “A primeira atitude é ter em mãos todos os dados referentes à ação. A pessoa lesada precisa salvar tudo que puder colaborar na comprovação do crime”, disse Leprevost.

“O canal de denúncias é importante, mas o principal é o amadurecimento da própria sociedade”, afirma Saul Dorval.

 

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